Ummagumma promove experiência psicodélica e surpreendente

Por Emanuelle Valles

Ummagumma - The Brazilian Pink Floyd (foto: Paulo Vanzillotta)

O Contracenarte foi conferir, na noite de sexta-feira, dia 3 de Outubro, o show da banda mineira Ummagumma - The Brazilian Pink Floyd, no Citibank Hall, na Barra da Tijuca. Casa cheia, público variado e muito bem representado para degustar uma sonoridade ímpar, uma banda concisa e fidedigna à banda inglesa Pink Floyd.

(foto: Paulo Vanzillotta)

Surpreendente mas ao mesmo tempo coerente, pois em 10 anos de estrada, a Ummagumma mostrou aos fãs que tem propriedade para ser destacada como o maior cover da banda inglesa no Brasil. O tempo todo do show somos brindados com a atmosfera sombria característica, aos solos impecáveis, à potência e força de seus vocais, com destaque para Isabela Morais, backing vocal, que nos brindou com a sua voz limpa e poética.

Repertório limpo e fidedigno
A banda repassou pelas diversas fases de Pink Floyd em seu repertório, desde as clássicas Echoes, Dogs, Time, Wish You Were Here, Another Brick In The Wall até as composições mais recentes. Em suma, uma experiência singular e um show de primorosa qualidade, tanto para os entusiastas e fãs de carteirinha da banda inglesa aos novos fãs e curiosos. 

Ummagumma no palco (foto: Paulo Vanzillotta)
A banda
O projeto Ummagumma - The Brazilian Pink Floyd nasceu em 2002, logo após a primeira vinda de Roger Waters ao Brasil. Impactado com a apresentação do show “In The Flesh”, Bruno Morais inicia o projeto no dia 16 de março daquele ano. Em menos de uma semana, a banda já estava formada.

A ideia era produzir um show que recriasse toda a atmosfera de um show do Pink Floyd, desde a parte musical até os efeitos áudio-visuais e cenográficos, explorando todo o universo psicodélico e progressivo do grupo inglês. Para tanto, foram necessários seis meses de intensa preparação, que culminaram no show de lançamento em 28 de Setembro de 2002, no Centro Cultural "Milton Nascimento" em Três Pontas - MG, lotando a casa pela primeira vez na sua história.

Em mais de dez anos de estrada, a banda já se apresentou em importantes e tradicionais casas de espetáculos do país, como Canecão e Teatro Rival - Rio de Janeiro, Palácio das Artes, Minascentro e Chevrolet Hall - Belo Horizonte, Cine Theatro Central e Cultural Bar - Juiz de Fora e Skyline Hall Alphaville e Carioca Club - São Paulo, além de shows em praças públicas e pubs em várias cidades.

Comentários
1 Comentários

Um comentário:

  1. Creio que uma das músicas mais difíceis, de ser executada ao vivo, seja The Great Gig in the Sky devido à dificuldade de se conseguir uma voz feminina adequada. O próprio Pink Floyd contava com um revezamento de vozes nesta canção. Mas, vocês conseguiram esta joia rara que é a Isabela. Foi um belo momento.

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