'Rapsódia - O Musical' estreia dia 10 no Solar de Botafogo


Assista no player acima aos bastidores de "Rapsódia - O Musical"

Com texto e músicas originais, o espetáculo “Rapsódia – O Musical” estreia dia 10 de maio no Teatro Solar de Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O musical é um suspense com toques de comédia que usa da crueldade e a malícia do humor negro para narrar à história de um homem inconformado pela morte de sua esposa.

No elenco, nomes como a atriz, cantora e diretora Liane Maya, que esteve em cartaz recentemente em “Cabaret”, ao lado de Claudia Raia. Além do ator, cantor e bailarino Gustavo Klein, que esteve em montagens de Miguel Falabella e Moeller e Botelho, como “Os Produtores”, “Gaiola das Loucas” e “Avenida Q”.

(Foto: Divulgação)

As músicas são assinadas por Sarah Benchimol – compositora musical de Chico Anysio, Xuxa, Joanna, Fafy Siqueira e outros. “O público quer ver teatro musical brasileiro, com histórias brasileiras. Eu acho fantástico a gente ter o Maurício Alves e outros autores que estão se dedicando a isso, e isso vai mudar a história do teatro musical brasileiro. Conforme eu fui me aprofundando nos anos 20, eu percebi que eu precisava ter uma linguagem mais expressionista. O elenco é coeso, concentrado porque as cenas são muito tensas”, disse Liane Maya.

A história
"Rapsódia" foi escrito por Maurício há dez anos, quando o autor tinha apenas 15 anos. “A peça é um suspense com humor ácido e um sadismo muito grande da parte do protagonista, um empresário que obcecado pela morte da esposa cria um plano para se livrar desse fardo que ele carrega. Eu engavetei o projeto, mas não sabia que o montaria tão rápido. Foi quando conheci a Liana Maya que o musical começou a ganhar vida”, contou Maurício Alves ao site “A Broadway é aqui”.

(Foto: Divulgação)

Ainda de acordo com o site, a história se passa no Brasil em uma cidade fictícia com o mesmo nome do musical, em 1920, mas começa com uma recordação uma década antes. A partir dessa localização no tempo, Liane começa uma busca por elementos artísticos do início do século XX até chegar ao expressionismo, que perpassa todo o espetáculo, combinando a linguagem teatral com a cinematográfica. Filmes expressionistas famosos, como “Metropolis“, “Dr. Calligari” e “Fausto” serviram de inspiração para a criação do cenário projetado do espetáculo, criado por Marzulo Vivaqua.
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