A dama do teatro Bibi Ferreira fala ao Contracen@rte

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Assistam acima ao vídeo com a mensagem da atriz Bibi Ferreira para o Contracen@rte

Quem diria que a eterna dama do teatro brasileiro, Bibi Ferreira, no auge dos seus 13, 14 anos, mesmo após se apresentar por 1h15 diante de uma plateia lotada e com dores na coluna receberia a equipe do Contracen@rte em seu camarim? Pois foi isso que aconteceu. Muito simpática e com o seu tradicional óculos escuros, a atriz  recebeu a nossa dupla de arteiros para um papo sobre o teatro e uma lição de vida. Bibi não tem rodeios, ela conversou, falou sobre sua carreira, sobre o show e ainda fez elogio a este blog, que recentemente completou dois meses. É ou não é para se orgulhar? Apesar do tempo apertado, a atriz pareceu não se importar e sempre com um sorriso no rosto mandou o seu recado para os fãs do blog e fez um convite para que o publico assista ao espetáculo.

Com direção de João Falcão, no palco, Bibi faz um apanhado de seus 70 anos de carreira, acompanhada de uma orquestra de 27 músicos. O repertório é um resumo de alguns dos momentos mais marcantes de sua carreira como “Minha querida lady” (adaptação de 1962 do musical “My fair lady”), “Alô, Dolly” (de 1965, adaptação de “Hello, Dolly”), “Gota d´água”(1975) e “Piaf, a vida de uma estrela da canção" (1983) e “Bibi Ferreira vive Amália Rodrigues” (2001).

Além do que o Brasil já viu, no programa, constam números inéditos: interpretações de canções brasileiras de compositores como Chico Buarque, Noel Rosa, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, além de brincadeiras com óperas clássicas e textos nacionais.

O novo Terezão
Inaugurado em outubro de 1971 pela atriz que lhe emprestava o nome, o antigo Teatro Tereza Rachel recebeu artistas como Luiz Gonzaga, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paulo Gracindo, Marília Pêra e Sérgio Britto durante mais de duas décadas de funcionamento. Entre 2001 e 2008, durante o período em que o teatro esteve desativado, seu espaço foi usado por uma igreja evangélica e, posteriormente, para ensaios dos musicais concebidos pela dupla Charles Möeller e Claudio Botelho. Tombado desde 2004 pela prefeitura do Rio, o teatro foi arrendado pelo produtor cultural Frederico Reder e reformado. Passou a ter duas salas: a Tereza Rachel, com quase 800 lugares, e a Paulo Pontes, com 200 assentos.
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